Skip to main content
A API v1 expõe o mesmo dado que a conversa usa: registro de empresa, quadro societário, contrato público, doação eleitoral, sanção administrativa e ação penal. Seis endpoints, um id que serve para todos, nenhum modelo de linguagem no caminho.

Busca

Texto vira id. Ambiguidade vira opção, nunca escolha nossa.

Entidades

A ficha, com expansão por ?incluir=. É onde mora o produto.

Caminho

Como duas entidades se ligam — e se essa ligação significa algo.

Cobertura

O que temos e o que não temos, consultável.

Três coisas que valem entender antes

A Pandora lê duas bases independentes: um grafo de topologia e uma ontologia relacional. Elas nem sempre concordam. Por isso número que pode divergir nunca sai solto — sai como { valor, conferido, procedencia }.Quando conferido é false, as bases discordaram e você recebeu o número do grafo. Trate como aproximado.
404 significa que olhamos e não existe. 503 significa que a consulta não pôde ser feita.Os dois nunca são intercambiáveis: gravar “essa empresa não existe” a partir de uma base fora do ar é o pior erro que uma integração pode cometer.
Mesmo endereço é indício. Constar no quadro societário é o que o registro afirma, não titularidade. E toda pessoa vinda de ação penal é ré, sem julgamento — o campo evidencia diz isso em cada linha, não só no topo da resposta.

O que a API não faz

  • Não escreve. Tudo é GET.
  • Não escolhe por você quando um nome casa com várias empresas.
  • Não inventa valor em reais. Quando vem valor, procedencia é sempre ontologia.
  • Não expõe o conhecimento interno da Pandora.